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Expomusic 2013: A partir dessa sexta, o evento é aberto ao público em geral

Vitrine na Royal Music, com amplificadores Orange
A Expomusic 2013 começou nessa quarta-feira, 18 de setembro, e está cheia de novidades para os amantes da música. O evento é referência no setor musical na América Latina e acontece na capital paulista anualmente.

Os 34 mil m² ocupados pela trigésima edição da Expomusic trazem 200 expositores, além de pocket shows nos estandes e apresentações no Music Hall. Há de tudo um pouco e para todos os públicos. Tanto o lojista que procura novos produtos para abastecer seu comércio até o músico que quer testar aquele instrumento novo que acaba de chegar ao mercado.

Há também atrações para o público amador ou leigo. São estandes com acessórios como roupas e canecas ou itens de papelaria - tudo com tema musical. Há também um quiosque de uma marca de energéticos e outro de uma cerveja. Um estande permite que que se cante no videokê e outro que anuncia serviços de cão guia. Um lounge com bancos coloridos está preparado para receber visitantes que precisem de um cantinho para descansar as pernas.

Tanto para o público em geral como para o público especializado, estão entre os grandes destaques da Expomusic os shows e pocket shows nos estandes. Basta um bom músico - e aqui eles se reúnem às pencas - começar a tocar para que uma roda se forme para assistí-lo.

A feira, que pretende movimentar R$ 280 milhões em negócios este ano, estará aberta até o próximo domingo, dia 22. Ontem e hoje, a Expomusic está aberta para proffisionais do setor e convidados. Na sexta, sábado e domingo, a feira está aberta ao público em geral, com entradas ao custo de R$ 20,00.

18 a 22/09/2013 - São Paulo/SP
Expo Center Norte - R. José Bernardo Pinto, 333
Horário: das 11h00 às 21h00 (dia 22, das 11h00 às 19h00)
Dias 18 a 19, a feira é restrita a profissionais do setor com convite ou crachá.
Dias 20 a 22, o evento é aberto ao público em geral mediante compra de ingresso
Ingresso: R$ 20,00
Local de Vendas: na entrada
Informações: www.expomusic.com.br
Entram sem pagar nesses dias somente compradores e músicos com crachá.
Crianças com idade até 12 anos, maiores de 60 anos e deficientes físicos têm acesso gratuito.

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Entrevista: Nickelback mal chegou e promete voltar frequentemente ao Brasil

O Nickelback desembarca essa semana no Brasil pela primeira vez em sua carreira com mais de 10 anos de sucessos desde o lançamento do álbum “Silver Side Up”, em 2001, de onde saiu o hit “How You Remind Me”. Essa estreia no País acontecerá em grande estilo: os canadenses subirão ao Palco Mundo, no Rock in Rio, na próxima sexta-feira, dia 20. No dia 22, o quarteto vai se apresentar antes do Bon Jovi, em São Paulo.

Em entrevista ao Território da Música, o baixista Mike Kroeger, irmão do ‘frontman’, Chad Kroeger, contou como tem sido viajar o mundo com a turnê de seu mais recente álbum, “Here and Now” e prometeu compensar os fãs brasileiros com mais shows por aqui. O músico adiantou que a banda tocará todas as canções mais conhecidas e ainda se mostrou ansioso para ver Sepultura e Frejat, no Rock in Rio. Leia a conversa na íntegra:

Território da Música: A banda está passando pelo mundo todo na turnê do disco “Here and Now”. O que vocês viram ou experimentaram de mais interessante até agora?

Mike Kroeger: Estivemos em muitos lugares legais até agora e tem sido muito interessante. A Rússia foi muito legal. Tem sido demais visitar vários lugares com a turnê “Here and Now” e estamos animados em viajar para a África do Sul, conhecer o mundo e tocar.

O Rock in Rio está aí e será no festival a primeira apresentação do Nickelback no Brasil. Vocês tocarão no mesmo dia que o Matchbox Twenty e Bon Jovi. Dois dias depois, tocarão em São Paulo, novamente com Bon Jovi. Como estão as expectativas?

MK: Soubemos que os fãs brasileiros são os melhores do mundo e não vemos a hora de conferir isso e tenho certeza que os fãs do Bon Jovi também vão agitar.

E o que o público pode esperar?

MK: Bem, nós vamos tocar músicas que o público brasileiro conhece e às vezes não sabe que são do Nickelback. Às vezes tocamos umas músicas para criar uma conexão até que todos percebam que é uma música que realmente conhecem.

Vocês têm um contato mais próximo com os fãs através das redes sociais?

MK: Temos um pessoal nas redes sociais. Eu, pessoalmente, não lido com isso, pois é tão trabalhoso que eu não conseguiria acompanhar tudo. Mas eu tento ficar ligado o máximo que posso e, prestando atenção, fica claro que o Brasil é o maior país no mundo ativo nas redes sociais. E isso reflete no quanto os brasileiros acompanham o Nickelback e ficamos felizes com isso.

Você ou alguém da banda conhece alguma coisa de música brasileira?

MK: Eu não conheço nada mais contemporâneo. Eu cresci sendo um “metalhead”, então conheço o Sepultura e o Soulfly. Eu também comecei a jogar capoeira há alguns anos e, com isso, me interessei bastante por essa cultura e vertente musical vinda da capoeira. Tirando isso, não sei muito sobre a música brasileira, mas quero muito ver no Rock in Rio, que vai ter um monte de artistas brasileiros para conferir. Alguma recomendação?

No dia do Nickelback, vai ter show do Frejat pouco antes de vocês no Palco Mundo. Recomendo que assistam ao show dele.

MK: Ótimo!

E o Sepultura também vai tocar, no dia anterior ao seu show.

MK: Estava mesmo querendo saber isso, quando seria o Sepultura, Metallica e Alice in Chains, quero vê-los. Vai ser bem legal. Estarei lá.

Vocês terão alguns dias de folga aqui no Brasil? O que gostariam de fazer por aqui?

MK: Vou tentar fazer o máximo que puder, mas vai ser uma loucura. Vou conferir os shows do Sepultura , Ghost, Alice in Chains, dias antes do nosso show no mesmo lugar. Depois do Rock in Rio, vamos para São Paulo e então pegamos um voo direto para casa. Vai ser apertado, mas vamos tentar ver algumas coisas. Eu mal consigo esperar para conhecer o pessoal.

Mike, quando a banda determina que é hora de começar a trabalhar em um novo material. Vocês ainda estão trabalhando o álbum lançado em 2011. Já pensam no próximo?

MK: Sim, já começamos a fazer isso. Já demos início a esse processo e estamos juntando cada vez mais coisas novas para trabalharmos no novo álbum.

Ótimo, para quando podemos esperar esse álbum?

MK: Esperamos que saia nessa época, no ano que vem.

Durante o processo de composição, a banda procura inspiração em novas ou até coisas antigas que vocês ouvem, ou é mais importante se manter verdadeira ao som do Nickelback?

MK: São coisas diferentes ser inspirado por algo e engatilhar emoções que te façam criar coisas diferentes. Mas não acho que seja sempre uma coisa direta. Às vezes é somente uma questão de ouvir algo no rádio, ou em qualquer lugar, que te dê uma ideia que você depois nem saiba de onde veio.

A banda tem uma base de fãs enorme ao redor do mundo, o que deve ser bem fácil de se acostumar, certo? Quanto às criticas negativas, como vocês lidam?

MK: Sabe, no começo a gente ficava chateado, mas agora nós percebemos que muito dessa crítica é irrelevante. As pessoas tomam suas próprias decisões sobre o que elas querem ouvir e o que gostam. Algumas das minhas músicas favoritas receberam más críticas. O Led Zeppelin nunca teve uma crítica boa da revista Rolling Stone. Eu realmente não vejo como algo que signifique muito.

Quais são suas bandas favoritas? Tem algo que não sai do seu iPod nunca?

MK: Eu ouço muita música estranha, umas coisas que não são muito comerciais. Eu gosto muito de uma banda sueca chamada Meshuggah.

Vocês quatro têm gostos similares ou somente para a música que fazem?

MK: É certo que nos juntamos para a música do Nickelback, mas curtimos umas coisas bem diferentes. O Chad gosta de ‘classic rock’, o Ryan gosta de um monte de coisas diferentes, mas curte muito country e ‘western’. Daniel curte bastante rock progressivo - ele é um que gosta mais do tipo de música que eu gosto: música esquisita mesmo, loucura de músicos (risos). Escutamos juntos algumas coisas bem antigas, como Mr. Bongo, até mesmo o Meshuggah, que mencionei antes.
É bom que você tenha alguém na banda para compartilhar essa estranheza.

MK: Sim! Quando tocamos essas para os outros caras, eles só dizem “então tá”. Eles não entendem (risos). Não são tão esquisitos.

Alguma mensagem aos nossos leitores?

MK: Quero convidar a todos para nos ver. Desculpe-nos pela demora em ir aí, mas iremos compensá-los e voltar mais frequentemente. Com certeza nos divertiremos muito e estamos ansiosos.

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Banda vencedora de concurso se emociona ao tocar no Rock in Rio

As atividades no Palco Sunset começaram mais cedo do que indicava a programação na tarde do domingo no Rock in Rio. Antes do encontro entre Aurea e a banda The Black Mamba, o grupo paulista Jowkerz fez uma breve apresentação.

Para conquistar um espaço na lista de atrações do Rock in Rio, a banda Jowkerz ganhou um concurso promovido pela Wolksvagen, o Rock in Race, que contou com votação popular. Conversamos com Draco, guitarrista e vocalista da banda, que nos contou como foi emocionante tocar no festival: "Foi incrível, uma sensação unica! Ensaiamos num estúdio de grande porte, conhecemos pessoas muito importantes e estávamos no meio de ídolos da musica nacional e artistas internacionais também".

Perguntamos se rolou algum medo antes de subir no palco e Draco falou que bateu um frio na barriga: "Não digo medo, pois estávamos muito animados para passar nossa mensagem de rock and roll! Mas ansiedade...nossa! Na hora que vimos o tamanho do palco bateu um frio na barriga!". Como esperado, a visibilidade da banda aumentou após a participação no festival: "a visibilidade e o carinho dos fans aumentou de uma forma realmente dantesca", contou o músico.

Formado em 2010, o Jowkerz, além de Draco (voz, guitarra), tem ainda Thor (guitarra), Rava (baixo) e Mad (bateria). A banda já ganhou outros concursos de votação popular - um para tocar na Expomusic e outro para se apresentar no Manifesto Rock Fest - e o vocalista diz que a banda batalhou muito para isso: "Determinação seria a palavra, nosso trunfo".

Ainda sobre o concurso para tocar no Rock in Rio Draco comenta: "A vitória não foi só da banda, mas de toda essa galera que ajudou e acreditou junto com a banda. O show foi pra eles!"

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The Beatles: Coleção de músicas ao vivo chega às lojas em novembro


Uma nova coleção de músicas ao vivo dos Beatles chegará às lojas em novembro desse ano. As performances foram gravadas no começo dos anos 1960, entre os anos de 1963 e 1964.

Esse já é o segundo volume de "On Air Live At The BBC", sendo que o primeiro foi lançado em 1994 e chegou ao topo das paradas com mais de cinco milhões de cópias vendidas.

A coleção estará disponível nos formatos CD duplo e vinil, contendo 63 faixas, entre elas as versões de "I'm Talking About You", de Chuck Berry, e de "Beautiful Dreamer", escrita por Stephen Foster, nunca antes lançadas.

O ex-vocalista e baixista da banda, Paul McCartney, comentou sobre o lançamento: "Tem muita energia e espirito. Fomos com tudo, sem nos segurarmos, para a melhor performance de nossas vidas."

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Bad Religion anuncia álbum de natal


A banda Bad Religion anunciou que lançará um álbum especial de músicas de natal. Intitulado “Christmas Songs”, o disco tem seu lançamento previsto para o dia 29 de outubro via Epitaph Records.

O disco terá 09 músicas ao todo, sendo oito delas clássicos de natal norte-americano. A nona é uma mixagem de um dos sucessos da banda, “American Jesus”.

Criado em 1979, o grupo conta com os seguintes integrantes: Greg Graffin (voz, piano e guitarra acústica), Brett Gurewitz (guitarra e backing vocal), Jay Bentley (baixo e backing vocal), Brian Baker (guitarrista e percussionista), Greg Hetson (guitarrista) e Brooks Wackerman (bateria).

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Offspring em São Paulo: Veteranos com pique de mocinhos

Um dia após tocar no Rock In Rio, o The Offspring desembarcou em São Paulo para apresentar um show repleto de hits, que alçaram a banda como uma das referências na cena punk rock californiana dos anos 90.

Em sua quinta passagem pelo Brasil (estiveram aqui em 1997, 1999, 2004 e 2008), a banda iniciou seu show no domingo, 15 de setembro, como tem feito durante toda a atual turnê. Logo após subir ao palco, o vocalista e guitarrista Dexter Holland já sai gritando a introdução de “All I Want”, seguida por “Bad Habit” e “Come Out and Play”, levando o público do Credicard Hall, em noite cheia, ao delírio.

Um início escolhido a dedo, pois além de apresentar algumas de suas músicas mais rápidas e pesadas, o The Offspring se conecta com a fase mais marcante de sua carreira, quando, junto com outras bandas da Califórnia, como Green Day, NOFX, Rancid e Bad Religion, fez com que estilos como punk rock, hardcore e ska-core chegassem ao grande público norte-americano e depois mundial.

Embora tenham lançado um novo álbum em 2012, “Days Go By”, o repertório foi baseado nos discos de maior sucesso e repercussão da banda: “Smash”, que até hoje sustenta a marca de álbum independente mais vendido em todo o mundo, e “Americana”, que os tornou ainda mais conhecidos, especialmente fora dos Estados Unidos, com grande divulgação nas rádios e na MTV.

E é justamente nessas músicas que o público mais agita e interage com a banda. Desde as rápidas “Mota / Have You Ever” e até as mais pops, como “Why Don't You Get a Job”, também cantada em coro pelo pela plateia. E talvez seja essa uma das principais diferenças para os primeiros shows da banda no Brasil. Se antes o público era formado em grande parte jovens que gostavam da fase mais punk rock da banda - e que certamente torceriam o nariz para músicas como “Original Prankster”, “Hit That” e a melosa “Kristy, Are You Doing Okay?”, hoje o público não deixa de embarcar nos hits da fase mais comercial da banda.

Embora beirando os 50 anos e com alguns quilinhos a mais, Dexter, ainda alcança a maior parte de seus marcantes agudos, que, junto com seus "yeahs", whoas", "heys", tornaram-se marcas registrada da banda. Completam o time o carismático guitarrista Noodles, o baixista Greg K. - ambos na banda desde os primórdios - o guitarrista de apoio, Todd Morse, e o baterista Pete Parada.

Com a boa interação com o público e algumas rodas de bate-cabeça, o show seguiu com mais hits, como “Staring at the Sun”, “Want You Bad”,” What Happened To You” e “Americana”. Antes da pausa para o bis, duas das canções mais famosas do “Americana”: “Pretty Fly (For a White Guy)”, que durante muito tempo esteve entre músicas mais baixadas ilegalmente da internet, e a emotiva e “The Kids Aren't Alright”.

Mesmo que de poucas palavras, Dexter e Noodles foram simpáticos, agradeceram o carinho e a empolgação do público. No bis, a banda retornou com ‘(Can't Get My) Head Around You” e a marcante “Self Esteem”, seguramente uma das mais esperadas da noite, encerrando uma apresentação relativamente curta, de 1 hora e 20 minutos. Talvez aí tenha sido o único ponto negativo, já que outras diversas músicas de destaque da carreira do grupo ficaram de fora.

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Atrocity lança videoclipe de "Murder Blood Assasination"


O grupo alemão Atrocity divulgou o videoclipe da faixa "Murder Blood Assasination". A música está presente em seu último álbum, o primeiro da trilogia "Okkult", lançado em maio desse ano via Napalm Records.

A produção do disco ficou por conta do vocalista da banda, Alexander Krull. A arte de capa foi feita pelo artista Stefan Heilemann. Para conseguir um som mais 'tenebroso' que o grupo estava procurando, eles pediram ajuda à designer de som Katie Halliday, que trabalhou em filmes de terror como "Jogos Mortais V", "Jogos Mortais VI", "Jogos Mortais 3D" e "O Carnaval do Diabo".

Confira um comentário do vocalista sobre o trabalho: "Com "Okkult" queremos criar uma trilogia muito especial. Musicalmente, nenhum prisioneiro será levado, a série também é brutal, bombástica e sombria. Esses não seráo apenas os álbuns mais pesados e brutais do grupo em anos, mas também o trabalho mais sombrio em toda a história da banda. Quem gostou de materiais nossos como 'Hallucinations', 'Todessehnsucht', 'Blut' ou 'Atlantis', com certeza gostará da série 'Okkult', apesar de as músicas novas terem suas próprias características, obviamente".

Veja abaixo o repertório do primeiro disco da trilogia e assista ao vídeo no final da nota.

01. Pandaemonium
02. Death By Metal
03. March of the Undying
04. Haunted By Demons
05. Murder Blood Assasination
06. Necromancy Divine
07. Satan's Braut
08. Todesstimmen
09. Masaya (Boca Del Infierno)
10. When Empires Fall to Dust
11. Beyond Perpetual Ice
12. La Voisine

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